ABIGRAF doa acervo ao Museu

20/12/2011 | Postado em: Acervo, Blog | Sem comentários »

O presidente da regional mineira da ABIGRAF, Vicente de Paula Aleixo Dias, e nosso grande colaborador e amigo Ademir Marinho, o Tody da Gráfica 101, empenharam-se e conseguiram todo o acervo do parque gráfico da Penitenciária de Neves para a Galeria de Artes Gráficas do Museu da Propaganda. O material está todo em fase de recuperação e conservação.

Histórico

19/12/2011 | Postado em: Notícias | Sem comentários »

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O Museu da Propaganda nasceu  através  de uma parceria entre o  SINAPRO-MG , da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais que financiou as pesquisas e estudos para a sua implantação.

O projeto conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

O Museu foi inteiramente planejado  pelo publicitário e professor Mário G. X. d’Alcântara,o qual coordena ainda a equipe de implantação. Multidisciplinar, essa equipe conta com um corpo de consultores na área de Museologia, Museografia, Comunicação e Marketing, Gestão de Projetos e Conteúdos, cuja atuação iniciou-se em janeiro de 2009.

A comunidade de comunicação de Minas Gerais criou, para viabilizar a implantação, a Associação dos Amigos do Museu da Propaganda-AAMP, já qualificada como OSCIP.

Museu da Propaganda será uma organização de destaque no gênero, no Brasil e na América Latina. Uma instituição pensada para operar como um grande centro educacional interativo, que representará um marco cultural no país.

Museu da Propaganda irá se sustentar sobre um tripé que permitirá:

1) resgatar os sucessos da propaganda brasileira;

2) transformar-se em um centro referencial de pesquisa sobre propaganda;

3 ) criar, a curto prazo, um Centro de Estudos Avançados de Propaganda.

Em 2010 a Exposições e Museus-EXPOMUS, uma das maiores empresas de museologia das Américas, contratada pela AAMP,  finalizou o Projeto Museológico e o Projeto de Sustentabilidade, projetos esses que são a linha mestra para os trabalhos de implantação do Museu.

2. LINHA DE TEMPO

 

MARÇO DE 2009

- Tem início o trabalho da equipe de implantação do Museu, funcionando no Prédio Verde da Praça da Liberdade. No mesmo mês, é contratada a Expomus-Exposições, Museus,Projetos Culturais para elaboração do Plano Museológico e o Plano de Sustentabilidade do Museu da Propaganda.

Simultaneamente tem início o “benchmark” para escolha do modelo. Visita aos principais museus dos Estados Unidos e da Europa, o que leva à eleição de um modelo único, já que não existe, no mundo ocidental, Museu similar ao do projeto do Museu da Propaganda.

 

JUNHO 2009

- Convênio com o Advertising Icon Museum ( Milwaukee, USA) e com a Advertising Educational Foundation (New York, USA) para a área educacional do Museu

 

OUTUBRO 2010

- Acordo de parceria com o Musée de la Publicité, do Musée des Arts Décoratifs, de Paris. Parceria com o Brands, Packaging and Advertising Museum, de Londres.

 

ABRIL DE 2011

-O Governador Antônio Anastasia doa, através da Secretaria de Estado da Cultura, o prédio da Av. Assis Chateaubriand, 167 e um grande terreno contíguo de cerca de 800 metros quadrados, onde será construído o Pavilhão de Exposições Temporárias. Mudança da equipe para a nova casa. Despesas de manutenção são garantidas pelo SINAPRO-MG.

 

OUTUBRO DE 2011

- Convênio firmado entre a Associação dos Amigos do Museu da Propaganda e a Fundação Mineira de Educação e Cultura-FUMEC:

  • Patrocínio do projeto arquitetônico não apenas da reforma e adequação do prédio existente como também do novo Pavilhão de Exposições Temporárias.
  • Contratação da equipe do Arquiteto Flávio Grillo que também inclui a Museóloga Celia Corsino, que está simultaneamente desenvolvendo o Projeto Museográfico.
  • Patrocínio da Biblioteca do Museu. Parceria com o Café Três Corações para implantar a “Caferoteca do Museu”, um café com biblioteca.
  • Patrocínio para aquisição do servidor do Banco de Dados do Centro Referencial de Pesquisa do Museu.
  • Patrocínio para aquisição do mobiliário do auditório do Centro de Estudos Avançados do Museu da Propaganda. Já em 2012 tem início os cursos do Centro
  • Patrocínio das obras de restauração do estacionamento do Museu como ferramenta de sustentabilidade do mesmo.

Vantagens do MUSEU DA PROPAGANDA:

  • Ineditismo da proposta.
  • Localização em região “neutra”, equidistante dos dois centros publicitários do país – Rio de Janeiro e São Paulo.
  • Interdisciplinaridade da equipe que compõe a comissão de implantação.
  • Parceria entre a comissão de implantação e outros órgãos complementares e financiadores como a FAPEMIG, FUNARBE, Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia.
  • Estar desde seu início vinculado ao Sindicato das Agências de Propaganda (SINAPRO-MG) e à Federação Nacional das Agências de Propaganda (FENAPRO).
  • Proposta de utilização de linguagem contemporânea e interativa.
  • Ligação/atratividade do conceito do Museu com o meio publicitário.
  • Clareza da atuação da educação como eixo estruturador da instituição.
  • Potencialidade de geração e manutenção de um acervo representativo do país,diverso e abrangente.

DIÁLOGO INTERNACIONAL:

  • Acordo operacional já firmado ou em fase final de negociação  com entidades internacionais de pesquisa, ensino e desenvolvimento da propaganda  tais como:

Advertising Icon Museum, de Milwaukee, Missouri

Advertising Educational Foundation, de New York, New York

Society of Illustrators, de New York, New York

Musée de la Publicité, vinculado ao Arts Décoratifs, de Paris

Brandcenter, da Virginia Commonwealth University, Richmond, Virginia

Institute for Advanced Advertising Studies, Capítulo de New York, da 4 A’s, em negociação.

OPORTUNIDADES:

Panorama nacional favorável a investimentos para criação e requalificação de

museus, via Ministério da Cultura.

Ausência de um museu similar na região e no país.

Apoios de organismos governamentais nacionais e instituições internacionais.

Estabelecimento de convênios internacionais.

Apoio do Governo do Estado de Minas Gerais  à iniciativa.

Potencial de atração de parcerias e apoios da iniciativa privada, em virtude da

temática.

Interesse demonstrado por várias instâncias do Governo Estadual.

Potencialidade de apoio de instituições/fundos de pesquisa aos programas no

Museu.

Ponto de atração para o turismo em Belo Horizonte para potencializar eventos

de grande afluxo como Copa do Mundo e Olimpíadas.

Interesse político institucional expresso.

Inclusão dos projetos do Museu na Lei Rouanet, no âmbito federal, e na Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais.

PROPONENTES:

  • · Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais

• FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais

• Comissão de Implantação

• Associação dos Amigos do Museu da Propaganda

• FUNARBE – Fundação Arthur Bernardes

APOIO

Associação Brasileira da Indústria Gráfica-ABIGRAF

Associação Mineira das Agências Digitais-AMADI

Associação Mineira de Imprensa – AMI

Associação Mineira de Rádio e Televisão-AMIRT

Associação Mineira de Representantes de Veículos de Comunicação-AMIRVE

Associação Mineira de Propaganda-AMP

Clube de Criação Publicitária de Minas Gerais

Federação Nacional das Agências de Propaganda

Rede Globo de Televisão

S.A.Estado de Minas

Jornal “Hoje Em Dia”

Jornal “O Tempo”

Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais-SINAPRO-MG

Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de Minas Gerais-SEPEX MG

Sindicato da Indústria Gráfica no Estado de Minas Gerais-SIGEMG

Brevemente: D.Zezé, a moça do café, no Museu da Propaganda

16/12/2011 | Postado em: Blog | Sem comentários »

D.Zezé, a moça do café, que desde 1980 ilustra a última página da revista Propaganda, da Editora Referência, brevemente terá uma exposição temporária no Museu da Propaganda. 

O autor, Dorinho Bastos, está definindo as peças que serão expostas. A exposição acontecerá no princípio de 2012.

"When to Take My Name Off the Door", por Leo Burnett

09/12/2011 | Postado em: Blog | Sem comentários »

 

"Somewhere along the line, after I’m finally off the premises, you – or your successors – may want to take my name off the premises, too.

You may want to call yourselves " Twain, Rogers, Sawyer and Finn, Inc."….. or "Ajax Advertising" or something.

That will certainly be OK with me – if it’s good for you.

But let me tell you when I might demand that you take my name off the door.

That will be the day when you spend more time trying to make money and less time making advertising – our kind of advertising.

When you forget that the sheer fun of ad making and the lift you get out of it – the creative climate of the place – should be as important as money to the very special breed of writers and artists and business professionals who compose this company of ours – and make it tick.

When you lose that restless feeling that nothing you do is ever quite good enough.

When you lose your itch to the job well for it’s sake – regardless of the client, or money, or the effort it takes.

When you lose your passion for thoroughness…you hatred of loose ends.

When you stop reaching the manner, the overtones, the marriage of words and pictures that produce the fresh, the memorable and the believable effect.

When you stop rededicating yourselves every day to the idea that better advertising is what the Leo Burnett Company is about.

When you are no longer what Thoreau called "a corporation with a conscience" – which means to me, a corporation of conscientious men and women.

When you begin to compromise your integrity – which has always been the heart’s blood – the very guts of this agency.

When you stoop to convenient expediency and rationalize yourselves into acts of opportunism – for the sake of a fast buck.

When you show the slightest sign of crudeness, inappropriateness or smart –aleckness – and you lose that subtle sense of the fitness of things.

When your main interest becomes a matter of size just to be big – rather that good, hard, wonderful work.

When your outlook narrows down to the number of windows – from zero to five – in the walls of your office.

When you lose your humility and become big-short wisenheimers…. a little bit too big for your boots.

When the apples come down to being just apples for eating (or for polishing) – no longer part of our tone or personality.

When you disprove of something, and start tearing the hell out of the man who did it rather than the work itself.

When you stop building on strong and vital ideas, and start a routine production line.

When you start believing that, in the interest of efficiency, a creative spirit and the urge to create can be delegated and administrated, and forget that they can only be nurtured, stimulated, and inspired.

When you start giving lip service to this being a "creative agency" and stop really being one.

Finally, when you lose your respect for the lonely man – the man at his typewriter or his drawing board or behind his camera or just scribbling notes with one of our big pencils – or working all night on a media plan. When you forget that the lonely man – and thank God for him – has made the agency we now have – possible. When you forget he’s the man who, because he is reaching harder, sometimes actually gets hold of for a moment – one of those hot, unreachable stars.

THAT, boys and girls, is when I shall insist you take my name off the door. And by golly, it will be taken off the door. Even if have to materialize long enough some night to rub it out myself – on every one of our floors. And before I DE-materialize again, I will paint out that star-reaching symbol too. And burn all the stationary. Perhaps tear up a few ads in passing.

And throw every god-damned apple down the elevator shafts.

You just won’t know the place, the next morning. You’ll have to find another name."